Comodismo


A vida passa e nos esquecemos de olhar para o próximo. Nos prendemos a uma vida mediana e confortável, não olhamos ao redor. São pessoas passando por dificuldades terríveis, sofrendo por catástrofes, chuvas excessívas, ou nenhuma (seca), fome, miséria e todos os tipos de doenças. 

Aí algo vem e nos inquieta, incomoda e expandimos nossa visão.
Precisamos lutar pelo que é bom, fazer o bem, pregar o amor e Salvação de Cristo Jesus. Mudar ou amenizar a situação. 
Realmente o comodismo mata. 
 
"Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas" (Isaías 40:3-5)

Foto: Divulgação 

DEUS NÃO TE ESQUECEU

Por que estás pensando em Parar?
Esqueceu das Promessas de Deus?
Daquilo que um dia Deus colocou no teu Coração para que vc viesse a sonhar?
Deus não te Esqueceu!
Ele está vendo tudo o que está acontecendo.
Ele nunca deixa soziho um filho seu,
pois está conosco a todo momento.
Ele recolhe tuas lágrimas antes que caiam ao Chão.
Ele derruba Muralhas
Pra te fazer campeão.
Ele é tua Fortaleza
Não te deixa cair.
Ele conhece tua fraqueza,
Mas é nela que ele começa a agir.
Quando pensas que estás fraco
Ele te fortalece
Quando te sentes desprezado
Ele não te Esquece.
Levante a cabeça!
És VITORIOSO por antecedência.
Louve e Adore, a Vitória é só uma consequência ! FICA COM JESUS!!

A maior arma de satanás, na vida dos seres humanos, é fazer com que eles acreditem em si mesmo, descartando o poder do Senhor Jesus.
"Eu posso, eu tenho, eu sou" somente naquele que me fortalece. Em Jesus eu sou mais que vencedor e você também.

NT 2010









A segunda Noite Tropical realizada pelos Jovens da Metodista do Eldorado foi um sucesso!
Todo o trabalho foi recompensado.

' que eu não me feche ao ponto de desconsiderar a voz de um pequenino.
que eu não seja apenas ouvinte da voz do Senhor como muitos tem sido.
que a chamada 'ciência' não me seduza ao ponto de a colocar a frente do Eterno.
que os frutos das más sementes não me desanimem, pois sou inocente.
que as cores e as belezas desse mundo não me sejam agradáveis como noutro tempo!
que eu não em ofenda em ter pouco aqui, pois o meu Rei assim também procedeu.
que tenha eu o dom de discernir as vozes e as visões dos falsos profetas.
que não vacilem meus pés, e que meu coração arda com tuas Palavras,
o Universo declara a Tua glória, eu declaro Tua glória, te servirei eternamente, Amém.'

'Serei, mas já não me sou'

Foto antiga, mais ta valendo!

Hoje acordei super feliz! Dando bom dia ao sol lindo q vi amanhecer (rsrs), bom dia para o Deus maravilhoso q tenho, a mãe e irmão e etc. Mas sabe quando vc acorda e pensa que poderia fazer algo diferente? Algo diferente naquela sua rotina? E olha q minha rotina não tem naada q caracterize uma.

Sabe quando te dá aquela vontade de tomar café no almoço e almoçar no jantar? Comer a sobremesa antes da refeição, de pegar todas as coisas que você gosta (livro bom, música ótima, um joguinho umas roupas, escova d dente q é essencial, uma caixa de chocolate e tudo mais do q gosto) e levar para casa de um/a amigo/a e passar o dia lá, longe de celular, pessoas ou qualquer coisa q me lembre a mesma realidade?

Acordei assim,com necessidade de fugir.. não de mim mesma, mas de viver o já vivido de outra forma. Tudo igual e diferente outra vez... Fugindo e achando a beleza da vida!


Hoje acordei meio Mário de Sá Carneiro ( um dos pseudônimos de F. Pessoa) em seu poema 'Dispersão' que diz:


Perdi-me dentro de mim

Porque eu era labirinto,

E hoje, quando me sinto,

É com saudades de mim.


Passei pela minha vida

Um astro doido a sonhar.

Na ânsia de ultrapassar,

Nem dei pela minha vida...


Para mim é sempre ontem,

Não tenho amanhã nem hoje:

O tempo que aos outros foge

Cai sobre mim feito ontem.


(O Domingo de ParisLembra-me o desaparecido

Que sentia comovido

Os Domingos de Paris:

Porque um domingo é família,


É bem-estar, é singeleza,

E os que olham a beleza

Não têm bem-estar nem família).

O pobre moço das ânsias...


Tu, sim, tu eras alguém!

E foi por isso também

Que te abismaste nas ânsias.........

Não sinto o espaço que encerro


Nem as linhas que projecto:

Se me olho a um espelho, erro -

Não me acho no que projecto.....


(As minhas grandes saudades

São do que nunca enlacei.

Ai, como eu tenho saudades

Dos sonhos que não sonhei!...)


Eu tenho pena de mim,

Pobre menino ideal...

Que me faltou afinal?

Um elo? Um rastro?... Ai de mim!...


Desceu-me n'alma o crepúsculo;

Eu fui alguém que passou.

Serei, mas já não me sou;

Não vivo, durmo o crepúsculo.


Álcool dum sono outonal

Me penetrou vagamente

A difundir-me dormente

Em uma bruma outonal.


Perdi a morte e a vida,

E, louco, não enlouqueço...

A hora foge vivida

Eu sigo-a, mas permaneço

..........................................

Castelos desmantelados,

Leões alados sem juba.

.........................................

Mário de Sá Carneiro(1890-1916)

O contrário do Amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
autora Martha Medeiros


Não é falta de amor, é excesso.
Porque as pessoas amam, se sofrem? Ou ainda porque amam quem não podem amar.
Até que ponto pode-se saber o limite da onde morre o ágape e nasce o Eros?
Sei que o ágape tem que existir sempre, mas o que faz o Eros muitas vezes se sobressair?
O que fazer com um sentimento que você não consegue minar? Tentei destruir de todas as formas que pude, não aceitei a hipótese, fugi de minha consciência, tive raiva de mim, me afastei, na tentativa de manter apenas o ágape.... Pedi a Deus que me levasse para longe, para outra realidade, ou que me desse alguém especial em eu pudesse depositar todo esse sentimento, até pedi para que meu objeto de amor ficasse feio e chato aos meus olhos e ouvidos. De nada adiantou.
Minhas forças se foram, e o crescente dolorido me invadiu a cada dia. Em minha fraqueza dexei-me ficar assim por um ano e meio.
Em um ato de desespero, e já não mais conseguindo conter o incontrolável, rompi com ágape, para não me aproximar do Eros. A dor foi maior, não sei se posso quantificar a dor da alma, sei apenas que foi uma angustia dinamus. Será que perdi os dois? Confesso que devo ter perdido. Não de dentro e mim, mas ao menos dele, o ágape.
Hoje apenas fujo e este é apenas o primeiro dia.
Fujo não pela falta de amor, mas pelo excesso. Nunca pensei que fosse ser assim.